A beira do Lago Ness
Era um dia nublado, um tempo duvidoso para sair de casa nas proximidades do Lago Ness. Mas mesmo assim eu, minha mãe, meu pai, minha irmã, o Diego, a Cris e o Miguel saímos de casa para visitar o castelo à beira do Lago.
Quanto ao tempo duvidoso, nem uma dúvida sobrou. Choveu. E em cima de nossos casacos e capas cansados da água que já tocava-lhes a um tempo.
Estávamos eu todas aquelas pessoas de quem já falei a entrar no castelo e a sentir como se voltássemos no tempo...
“ Lá estavam pai e filha condenados a apodrecer dentro daquele castelo com grades ns janela e corredores escuros. Foram condenados injustamente de serem bruxas e agora agüentariam o resto de suas vidas lá. De repente ouve-se uma voz a chamar:
-Clara! Clara! Clara!
E então percebo quer estão a me chamar de verdade...”
-Clara!-Chama meu pai- Vamos descer.
-Tudo bem.-
Eu e meu pai descemos daquele castelo.“Os bruxos já haviam sido libertados.”
Fomos todos olhar o lago. Bolhas estavam saindo daquele misterioso posso de infinidades e surpresas...
“ E então o monstro sai do Lago, todos saem correndo, menos a pequena e corajosa Clara que faz amizade com o monstro
- Ness, diga-me alguma coisa-
-Clara! Clara! Clara!
Sinto me sacudirem...”
-Clara!-Chamou minha mãe- Vamos naquela lojinha de lembranças!
Saí da beirada do Lago sem tirar os olhos do mesmo na esperança de, talvez, ver pelo menos a cabeça de Ness, mas meus olhos já não alcançavam mais o Lago.
Hoje, meras lembranças e fotos sobraram, nada, além disso.
Queria voltar para ver este magnífico lugar outra vez. Mas vou parar de pensar nisso.
*Não vale apena viver sonhando e se esquecer de viver*